Senador adverte: quilombolas querem luta de raças


31/07/2007

Boletim Eletronico Sem Medo da Verdade

Depois que a ministra Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Política de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) declarou em março de 2007 à BBC Brasil que não é racismo se insurgir contra branco, vêm crescendo as invasões de quilombolas no estilo MST. Foi oportuno e alarmante o discurso do senador Gerson Camata no Senado Federal. Chegou a hora de desfazermos aquela imagem que De Gaulle formulou, segundo a qual “o Brasil não é um pais sério”. Vamos levar a sério estas denúncias.

Gobineau errou

Joseph Arthur de Gobineau, o diplomata e filósofo francês que aqui chegou em 1869, enviado por Napoleão III, nunca escondeu sua animosidade para com o país, que deixou um ano depois (1870). É conhecida a sua afirmação de que o Brasil não se desenvolveria, por causa da miscigenação de raças.

Para sorte nossa ele errou. O povo brasileiro herdou do português e do europeu que vieram com a imigração, a fé e o espíritoi empreendedor. E a civilização cristã, baseada na família e na propriedade privada. Do negro, a bondade e a força. E do índio a intuição e o maravilhamento. Essa mistura produziu um povo  extraordinário, do que só não se dá conta o ressentimento socialista, refratário a tudo aquilo que é bom. O socialismo é uma seita que quer reduzir todos os povos a uma barbárie igualitária usando para isso fórmulas messiânicas e utópicas que acobertam seus sonhos totalitários.

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Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa ao lado da ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, das comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra, com a entrega de títulos de posse a quilombolas, entrega do Prêmio Territórios Quilombolas e assinatura de termo de cooperação, no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/PR

A ministra Matilde Ribeiro atiça a luta de raças

A ministra justificou sua afirmação, feita à BBC Brasil, declarando que não é racismo  se insurgir contra branco dizendo que “quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou”. Essa afirmação traz para os dias atuais um fato que se encerrou há mais de um século, e que só serve para justificar ações presentes de confronto.

Esse confronto já começa a ser exercitado no melhor estilo MST por quilombolas. Há poucos meses, no Espírito Santo, uma caseiro foi preso por porte de armas porque deu dois tiros para o ar, ao tentar espantar um grupo de quilombolas armados de foices, invasores da fazenda, que o ameaçaram fisicamente. Dia 23 de julho passado foi invadida uma área da Aracruz Celulose, reconhecida pelo INCRA como território quilombola, o que a empresa contesta na Justiça. Derrubaram eucaliptos, impediram a passagem de funcionários e montaram acampamento.

Além de termos que agüentar o MST, agora vêm os quilombolas! Estão criando situações de fato, que pretendem tornar irreversíveis, baseadas num decreto inconstitucional do Presidente Lula. Inconstitucional porque regulamenta  um artigo da Constituição de 1988 que só pode ser regulamentado pelo Congresso Nacional. Criada a situação de fato, não se teria como voltar atrás, tais seriam as conseqüências sociais.

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O senador Gerson Camata, do PMDB, adverte: “vai ocorrer muita morte, muito enterro no Brasil”

 

Em discurso pronunciado na Sessão Deliberativa Ordinária 113 do Congresso Naciona o saenador, que é da base aliada do governo, adverte:

 

“A UnB - Universidade de Brasília, tida como a vanguarda do atraso intelectual no Brasil, foi contratada pelo Governo Federal para fazer o mapa dos quilombolas. E fez um milagre. Num instante, olhem o que ela fez com o Brasil! Em todos os lugares, como diz o Marcos Sá Corrêa*, há quilombolas. O Espírito Santo não tem mais Estado. O Governador Paulo Hartung vai governar nada, é tudo quilombo. Da mesma forma, Pernambuco. Há um Estado aqui em cima, a fronteira com o Pará, que é um quilombo inteiro.

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Mapa de 2228 quilombos levantados pela UnB

Localizações estratégicas.

””E o que eles estão fazendo em cima desse mapa?”
”Aparecem uns caras barbudos, usando piercings no nariz, no umbigo, parecem uns hippies antigos - sei lá o que são agora -, perguntando ao cidadão afro-descendente: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Há quanto tempo?" Diz o artigo da Constituição que o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura. Ele pergunta ainda: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Quem morava aqui?" "Desde o tempo do meu avô." "Bom, o seu avô por acaso pescava por aqui?" "Pescava." "Pescava até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio." "Tudo é seu. Onde ele ocupou é seu." "O seu bisavô caçava?" "Caçava." "Onde que ele caçava?" "Ele ia lá naquela montanha." "Tudo é seu!"

Escrituras centenárias estão sendo destruídas porque estão se baseando num direito que não existe.”

estão invadindo terras ...

“Estão fazendo mais, perguntando: "Você tem parentes em Vitória, no Rio de Janeiro, em Colatina? Chamem-nos para cá que vamos preparar uma grande invasão. Vamos colocar esses brancos azedos para fora e vamos ocupar os territórios nossos".

... e se armando e se preparando para uma guerra, com ódio racial.

“Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Não é isso que o governo quer, eu tenho certeza. Mas temos de abrir o olho para esse processo.

Aqui de Brasília, sem que ninguém tenha ido lá, fazem um mapa desses e cai na mão de gente inadvertida, que quer pregar ódio racial”.

Querem uma revolução comunista

“Eles acham que o Brasil vai ter uma revolução comunista, tipo Cuba. Eles estão até bem-intencionados, acham que vai acontecer isso e imaginam que podem começar com uma guerra racial. Aí se faz uma revolução. Isso vai provocar morte, isso vai provocar problemas”.

Até aqui o discurso do senador. Quem levará a sério suas advertências?

E adverte pela segunda vez

“Estou avisando, abrindo o olho, antes que um fato lamentável e doloroso aconteça. É a segunda vez que estou advertindo. Queria pedir às autoridades, ao Governo Federal, porque vai dar muito trabalho para a Polícia Federal, vai ocorrer muita morte, muito enterro, e o Brasil não está preparado para isso”.

O Brasil está sendo ocupado sorrateiramente por movimentos ditos sociais e potencialmente guerrilheiros.

Somando-se as áreas ocupadas pela Reforma Agrária, pelos índios e pelos quilombolas, teremos um mapa de um Brasil potencialmente guerrilheiro de proporções alarmantes.Todos ocupando propriedades do Estado de forma coletivista (comunista), dominados e geridos  por movimentos socialistas (ditos sociais) que pregam a revolução para a conquista do poder. Esse plano sinistro não ocorreu nunca-antes-na-história-deste-País. Quem será seu arquiteto ou mentor?

* o jornalista Marcos Sá Corrêa, citado pelo senador, escreveu sobre o assunto no “O Estado de São Paulo”

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